CARLOS BRATKE 11.01.2012 - 11.01.2012


Imagens: Escritório Carlos Bratke

Implantação
Planta do térreo
Planta do pavimento intermediário
Planta do 1º pavimento
Planta do 2º pavimento
Planta do 3º pavimento
Planta do pavimento técnico 01
Planta do pavimento técnico 02
Corte
Perspectiva ilustrada - vista aérea
Perspectiva ilustrada - vista a partir do estacionamento
Perspectiva ilustrada - destaque da escada de acesso ao balcão da sala de espetáculo
Perspectiva ilustrada - vista interna com destaque da plateia
Perspectiva ilustrada - vista interna com destaque do palco e fosso da orquestra
Croquis
Croquis

Localizado em uma gleba de 12.000 m² do loteamento Swiss Park, em Campinas, o Teatro Ópera de Campinas, novo projeto do arquiteto Carlos Bratke, é formado por um triângulo com lados curvos que seguem a declividade do terreno. Condicionado por este perímetro irregular do terreno, o teatro adquire uma forma simples e tende a se destacar na paisagem junto à Via Anhanguera. Além disso, a construção “tem um grande recuo por causa da área verde que deveria ser preservada”, conforme explica Bratke.

O arquiteto comenta que foram apresentados dois estilos de configuração à prefeitura da cidade: o teatro italiano e o elizabetano-inglês; o segundo foi escolhido. Assim, o palco avança em direção à plateia em semicírculo, criando grande interatividade entre os espectadores e a cena. Apesar do backstage do teatro elizabetano ser menor, o teatro terá espaço suficiente para grandes espetáculos.

O programa do projeto é extenso, pois, além da sala de espetáculos e as áreas técnicas, foram pensadas salas de convenções, eventos e banquetes.

Pela conformação do terreno, a entrada principal acontece no mesmo nível do palco, e, o estacionamento, localiza-se no mesmo nível do fosso da orquestra.

O foyer acompanha a forma da plateia, abraçando-a, e dá acesso à sala de espera, à bilheteria, ao bar e ao espaço de estar. A sala de espetáculos compõe-se da plateia principal, com 1.000 assentos, e do balcão, com 200 lugares, além da sala de projeção, de controle e de tradução simultânea.

Atrás do palco encontra-se a parte técnica do teatro, dividida em seis pavimentos, com salas de ensaio, camarins, escolinha de teatro, luthieria (espaço dedicado a restauração e manutenção de instrumentos acústicos e elétricos), sala de ar condicionado e áreas técnicas. No subsolo, abaixo da plateia, estão os espaços dedicados aos salões de eventos e um mini centro de convenções. 

A previsão é que o Teatro Ópera de Campinas comece a ser construído em 2012.

TEATRO ÓPERA DE CAMPINAS
Arquitetura
Autor: Carlos Bratke
Colaboradores: Corsi Hirano Arquitetos e João Belo

Projetos Complementares
Estrutura metálica: Projeto Alpha
Estrutura de concreto: Aluizio A. M. D Ávila
Instalações: KML
Ar condicionado: Thermoplan
Cenotecnia e Iluminação Cênica: Cineplast
Acústica: Alexandre Sresnewsky
Luminoteca: Cia da Iluminação

Data 2010
Área 12.000 m²
Local Campinas


Receba a newsletter do ARQ!BACANA

Siga o ARQ!BACANA no Twitter

Voltar
Home

Comentários

De: Pricilia Lima em 13/01/2012 09:51:20
Perfeito! Parece que vai ficar maravilhoso!


Faça seu comentário preenchendo os campos abaixo:
Nome:
E-mail (Não será exibido no site):
Comentários: